"Prefiro
ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre
tudo. Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes. Eu prefiro ser essa
metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre
o que é o amor. Sobre o que eu nem sei quem sou. Se hoje eu sou estrela amanhã
já se apagou. Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor. Lhe tenho amor. Lhe
tenho horror. Lhe faço amor. Eu sou um ator. É chato chegar a um objetivo num instante. Eu
quero viver nessa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada
sobre tudo .. Eu vou lhe desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes. Eu
prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada
sobre tudo...♫"
- Me definir é muito difícil. Às vezes pareço comum, às vezes singular. Sou
bem assim: metamorfose ambulante. Adolescente em crise. Crises. De tudo o que
você imaginar. O que mais valorizo no mundo? Amigos. O melhor sentimento? Felicidade.
O melhor verbo? Viver. Conheço uma parte de uma frase, não sei o autor, mas ela
define bem quem sou: viver é tentar ser feliz. É o que faço: vivo. E sim, me
considero uma pessoa feliz, apesar de tudo. Depois de uma queda? Levanto e sigo
em frente. Já desisti de contar os mil e um foras que dou. Vivo em busca de
muitas coisa, mas já possuo a principal delas: a alegria. Uma companhia? Livros.
Algo que te alegra? De novo os belíssimos amigos. Bom, termino as
ridicularidades desta minha descrição breguíssima com uma pergunta minha, e uma
resposta fantástica, que se encaixa perfeitamente no meu caso.
Quem sou eu?
"Eu sou uma pergunta.."







